Metalbagno Spazi na imprensa
World Cup football teams shower with Hansgrohe

World Cup football teams shower with Hansgrohe

http://www.hansgrohe-int.com/int_en/133954.htm

World Cup football teams shower with Hansgrohe

Schiltach, June 9, 2010. Schiltach-based Hansgrohe AG supplies mixers and showerheads for the World Cup in South Africa. In four of the ten football stadiums, change rooms and VIP boxes were fitted with products made by the design leader. They include the Soccer City Stadium in Johannesburg where the opening game and the finals will be held, the Durban Stadium, the GreenPoint Stadium in Cape Town, and the newly built Nelson Mandela Bay Stadium in Port Elizabeth. Many hotels, clubs and lodges built in recent months to cater for the Football World Cup have also opted for Hansgrohe’s “Made in Germany” seal of quality. Around 30 hotels in the upscale and luxury bracket chose mixers and showerheads from the Black Forest to fit out their bathrooms.

“Hansgrohe is regarded as the international leader in design and innovation and as a high-quality premium brand in the South African market. Architects and developers value our innovative products which combine the enjoyment of water with the conservation of resources,“ said Siegfried Gänßlen, the CEO of Hansgrohe AG. “We have been represented in South Africa through our own subsidiary since 2009, and last year we managed to increase sales by 25 percent. Today we are already the leading imported brand on the Cape – and we are set to increase our market share substantially. Our successes in the project business in the lead-up to the Football World Cup create the ideal conditions for doing so.”

2010 23/06 Metalbagno Spazi leva top arquitetos para Vip Tour na Alemanha

2010 23/06 Metalbagno Spazi leva top arquitetos para Vip Tour na Alemanha

Gente | 12:05

Top arquitetos brasileiros fazem tour pela Alemanha

O empresário Eduardo Achcar begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting, da Metalbagno Spazi, está na Alemanha com uma turma de top arquitetos brasileiros para uma série de visitas à fábricas de parceiros e tour de arquitetura e design até o dia 23 de junho. Na seleta lista de convidados estão Dado Castello Branco, David Bastos, Ivan Rezende, Duda Porto, Moema Wertheimer e Ana Lucia Jucá.

Autor: Vivi Mascaro Tags: Ana Lucia Jucá, Dado Castello Branco, David Bastos, Duda Porto, Eduardo Achcar begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting, Ivan Rezende, Moema Wertheimer

http://colunistas.ig.com.br/vivimascaro/

2010 21/06 - Metalbagno Spazi participa de première de design em Paris

2010 21/06 - Metalbagno Spazi participa de première de design em Paris

Metalbagno Spazi participa de première de design em Paris

O empresário Eduardo Achcar begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting, da Metalbagno Spazi, seguiu para Paris no dia 17 de junho, para a première da linha Bouroullec, de metais sanitários, assinada pelos irmãos Erwan e Ronan Bouroullec, com exclusividade para a fabricante alemã Hansgrohe. O lançamento deve chegar em breve às lojas da Metalbagno Spazi, em São Paulo e no Rio de Janeiro, e se enquadra na preocupação constante da marca com inovação, novidade e qualidade para o mercado "triple A" brasileiro. /

www.metalbagno.com.br

http://www.arqbrasil.com.br/_notas/index1.htm

2010 17/06 Metalbagno Spazi em Premire de design - Paris

2010 17/06 Metalbagno Spazi em Premire de design - Paris

Xuá

Quer a prova de que o bom design cabe em qualquer canto da casa? O Canal Modo de Vida mostra o mais recente lançamento da top fabricante alemã Hansgrohe, especialista em artigos para banheiro. Fruto de uma parceria com a fervida dupla de designers franceses Ronan e Erwan Bouroullec, a linha, que foi lançada nesta quinta-feira (17), em Paris, traz misturadores e diversos modelos de cubas.

* A boa nova é que a coleção deve desembarcar logo, logo no Brasil. Tudo pelas mãos de Eduardo Achar, da Metalbagno Spazi, que mantém lojas em São Paulo e no Rio. Anotou?

Ronan e Erwan Bouroullec para Hansgrohe: exclusividade
Fotos: Divulgação
http://glamurama.uol.com.br/Materia_xua-50151.aspx

2010 -17/04 - Metalbagno Spazi recebe amigos na Zona Tortona em Milão

2010 -17/04 - Metalbagno Spazi recebe amigos na Zona Tortona em Milão

http://bnpress.wordpress.com/2010/04/20/direto-de-milao-bnpress-traz-imagens-do-evento-realizado-pela-metalbagno-spazino-encerramento-do-salao-internacional-do-movel-2010sabado-17-4/

DIRETO DE MILÃO !!!…BNPRESS traz imagens do evento realizado pela METALBAGNO SPAZI,no encerramento do SALÃO INTERNACIONAL DO MÓVEL 2010,sábado (17.4)

BNPRESS joga as imagens do evento realizado pela Metalbagno Spazi, em Milão, sábado, dia 17 de abril, no encerramento do Salão Internacional do Móvel 2010. Os convidados foram recebidos para um tradicional Aperitivo, no Circle Lounge & Restaurant, na Zona Tortona. Dentre os convidados, arquitetos, decoradores, jornalistas, designers e empresários brasileiros e italianos.

Vamos aos flashes !!!

ALBERTO BUGATTI

ALESSANDRO JORDÃO

ALESSANDRO JORDÃO,CAROLINA ACHCAR,ALEXANDRE MARTINEZ,RICARDO TEIXEIRA e EDUARDO ACHCAR

ALEXANDRE ALMEIDA e MIRNA PORCARO

ALFREDO TOMASI,EDUARDO ACHCAR e BRUNO TOMASI

BIANCA SCHAFFER,SISSI KLEIN,RAY KLEIN e SIMONE GOLTCHER

CAMILA AVESANI,VIVIAN COSE,BIANCA SCHAFFER e SIMONE GOLTCHER

CAROL CAMPOS SALLES e EDUARDO ACHCAR

CAROL CAMPOS SALLES e CAROLINA ACHCAR

CAROL CAMPOS SALLES e FABIO MATIOLI

CRISTIANO RIBEIRO DO VALE,VIVIAN COSER e EDUARDO ACHCAR

JANAINA LEIBOVITCH

MATHEUS CALAVERI

MIRNA PORCARO e ALEXANDRE ALMEIDA

PAOLA VOLANDER,FABIO MATIOLI e CAROLINA ACHCAR

DETALHE DA LUMINARIA

http://glamurama.uol.com.br/Galeria_metalbagno-spazi-45926.aspx



A Metalbagno Spazi ofereceu aperitivo a arquitetos e decoradores nesse sábado (17), no Circle Lounge & Restaurant, na Zona Tortona, em Milão. Veja quem foi.
Alfredo Tomasi, Eduardo Achcar e Bruno Tomasi Alessandro Jordão Sissi Klein Mirna Porcaro e Alexandre Almeida Paula Volander Carolina Achcar Carol Campos Salles e Fabio Matioli Alberto Bugatti Janaina Leibovitch Simone Goltcher Matheus Calaveri Cristiano Ribeiro do Vale e Vivian Coser Alexandre Almeida e Mirna Porcaro As luminárias

2010 - 14/04 Jantar Arquitetos - Milão

2010 - 14/04 Jantar Arquitetos - Milão

http://glamurama.uol.com.br/Galeria_jantar-arquitetos-45563.aspx

Silvia Vidigal Ramos, da Index Assessoria pilotou jantar para os arquitetos e empresários brasileiros que participam da 49ª Feira Internacional do Móvel, em Milão, nessa terça-feira (13). Confira.
Bianca Schaffer e Silvia Vidigal Ramos Chris e Carol Ayrosa Esther e Murilo Schattan Leonardo Junqueira e Márcia Lima Sandra e Hélio Bork Eduardo Achcar Filho Patricia Martinez e Ricardo Caminada Camila Vieira Santos Adriana Bianchi e Sara Lima Álvaro Leme  e Camila Avesani Alessandro Jordão e Alexandre Martinez com Ricardo Cerejo Brunete Fraccaroli Sandra Leise

2010 - Turma de brasileiros batendo cartão no Salão Internacional do Móvel,

2010 - Turma de brasileiros batendo cartão no Salão Internacional do Móvel,

http://glamurama.uol.com.br/Materia_lista-de-chamada-45708.aspx

Lista de Chamada

Uma turma de brasileiros está batendo cartão esses dias no Salão Internacional do Móvel, em Milão. Entre os arquitetos, Fernanda Marques, Leonardo Junqueira, Brunete Fraccaroli, Patricia Anastassiadis, Cristina Barbara e Carolina Mesquita, além do designer Alessandro Jordão. Além deles, mais um batalhão de empresários do circuito de décor também circula por lá. Entre eles: Hélio Bork, Eduardo Achcar begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting, Alessandra Friedmann, Tatiana Gabriel, Elisa e Fernando Rosa, Esther e Murillo Schattan e a cenógrafa Chris Ayrosa.

2010 - Rascunho Glamurama - Eventos que vão abalar Milão!

2010 - Rascunho Glamurama - Eventos que vão abalar Milão!

http://glamurama.uol.com.br/Materia_rascunho-45243.aspx

Rascunho

A 49ª Feira Internacional do Móvel de Milão, que acontece entre os dias 14 e 19 de abril, promete lotar a cidade italiana de arquitetos, decoradores e designers brasileiros. E, nesta edição, dois eventos prometem dar o que falar.


* O primeiro é o jantar armado por Silvia Vidigal Ramos, sócia da Index Assessoria, nesta terça-feira, no restaurante Bagutta. Lá, estarão presentes os empresários Sandra e Hélio Bork, Esther e Murillo Schattan, os arquitetos Brunete Fraccaroli, Fernanda Marques e Leonardo Junqueira, e os designers Alessandro Jordão e Kiko Sobrino.


* Outro evento que vai movimentar a Via Tortona, rua que concentra o melhor do design de Milão, é o coquetel promovido por Carolina Campos Salles e Coca Achcar, para a Metalbagno Spazi, no sábado. A empresa de Eduardo Achcar begin_of_the_skype_highlighting end_of_the_skype_highlighting, que faz produtos exclusivos para banheiro, ficará instalada no espaço da parceira alemã Hansgrohe e apresentará os recentes lançamentos de Antonio Citterio, Patricia Urquiola e Philippe Starck. Um banho de luxo!

2010 - Metalbagno Spazi em Milão

2010 - Metalbagno Spazi em Milão

http://www.gabrielonline.com.br/index.php?modulo=noticias&url_id=26

Brasil marca presença em Milão.

Metalbagno Spazi participa do Salone Internazionale Del Mobile 2010, em Milão. No espaço da parceira alemã Hansgrohe haverá apresentações de banhos individuais, de 14 a 19 de abril, no estande E20/22, localizado no Hall 22.

http://modaeconsultoria.com.br/portal.asp?secao=coberturas&id=1507

Lançamento de novos produtos do designer Antonio Cetterio

http://www.wishreport.com.br/News/index.php?id_nivel1=3&conteudo=3423&Titulo=METALBAGNO%20SPAZI%20EM%20MIL%C3%A3O

O Salone Internazionale Del Mobile é famoso por reunir novidades e tendências de mobiliário por Kátia Simone, 7 de Abril de 2010
Foto: Divulgação

Metalbagno Spazi

Com início marcado para o próximo 14 de abril, o Salone Internazionale del Mobile 2010, que acontecerá em Milão, terá a participação da Metalbagno.

Entre as inovações da feira, a Metalbagno participa em parceria com a alemã Hansgrohe e apresenta os recentes lançamentos de Antonio Citterio, Patricia Urquiola e Philippe Starck. O ambiente que mostramos aqui é de Antonio Citterio.

O Salão receberá os convidados até dia 19 de abril.

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http://www.buxixo.com.br/tudo-de-bom/decoracao/2010/04/07/metalbagno-spazi-participa-de-feira-em-milao

Metalbagno Spazi participa de feira em Milão

A Metalbagno Spazi participa do “Salone Internazionale Del Mobile 2010”, que acontece este mês em Milão.

No espaço da parceira alemã Hansgrohe haverá apresentações de banhos individuais, de 14 a 19 de abril, no estande E20/22, localizado no Hall 22.

Para a edição 2010 da feira, serão apresentados os recentes lançamentos de Antonio Citterio, Patricia Urquiola e Philippe Starck.

2010 - Festa lançamento Casamix Book 2

2010 - Festa lançamento Casamix Book 2

http://glamurama.uol.com.br/Galeria_ornare-45062.aspx

Esther e Murillo Schattan receberam convidados para cocktail de lançamento do livro "Casamix Book 2" e da coleção 2010 da Ornare, nessa quarta-feira (7), na Alameda Gabriel Monteiro da Silva.
Esther Schattan Gregório Kramer e Attilio Baschera Luciana Fakhouri Eduardo Achcar Camila Avesani Romulo Fialdini Karina Afonso e Ivo Feliciano Josias Coutinho Adalgisa Morato Ana Paula Brisa Adriana Giacometti Marcio Mazza Carmen Mansor e Pedro Sedó Roberto Gasparini e Marcelo Barella Zoe Gardini Umberto Coppola e Eduardo Carvalho Camy e Tiza Kann Daniela Colnaghi

2010 - 22/02 Liquidações: hora de trocar o chuveiro

2010 - 22/02 Liquidações: hora de trocar o chuveiro

http://monicabarbosa.com.br/?cat=6&paged=8

Liquidações: hora de trocar o chuveiro

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
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A época de liquidações nas lojas de decoração vai chegando ao seu fim. Mas ainda dá tempo de ir atrás de promoções que realmente valem a pena. A Metalbagno, especializada em itens para o banheiro, promove até o próximo dia 28 de fevereiro uma queima de estoque com espírito sustentável.

Quem estiver pensando em trocar o chuveiro pode levar o seu até a loja e obter até 50% de desconto numa nova peça da marca alemã Hansgrohe. Os chuveiros antigos serão doados para o Instituto Ana Rosa para que sejam vendidos. O dinheiro arrecadado será investido na educação das mais 400 crianças assistidas pela entidade. Nada como deixar a casa mais bonita e ainda ajudar quem está precisando, não é verdade?

A Metalbagno fica na rua Joaquim Antunes, número 70, no Jardim Paulistano, e funciona de segunda à sexta, das 9h às 19horas, e aos sábados, das 10h às 16 horas. O site da marca é www.metalbagno.com.br.

2010 - Promoção Verão - II

2010 - Promoção Verão - II

http://delas.ig.com.br/casa/servicos/aproveite+as+liquidacoes+para+decorar/n1237534177065.html

Aproveite as liquidações para decorar

Circuito de ofertas tem móveis, itens de decoração e materiais para construção com até 70% de desconto

Neste mesmo período, a Metalbagno Spazi tem descontos de até 50%. A ducha Haste Croma 100, que consome 16 litros de água/minuto, foi de R$ 611,00 para R$ 488,00.

2010 - Promoção Verão

2010 - Promoção Verão

http://onne.com.br/conteudo/11837

Maratona de liquidações

A Metalbagno Spazi promove sua liquidação "verde" até 28 de fevereiro, com descontos de até 50%. A promoção será válida somente para chuveiros e terá uma solução sócio-ambiental para as peças antigas dos clientes, que serão doadas ao Instituto Ana Rosa, que abriga e ensina mais de 400 crianças, de recém-nascidos até completarem o colegial.

2010 - Bathroom fittings “Made in Germany” for the Burj Khalifa

2010 - Bathroom fittings “Made in Germany” for the Burj Khalifa


2010 - Dubai está prestes a inaugurar edifício mais alto do mundo

2010 - Dubai está prestes a inaugurar edifício mais alto do mundo

Erich Follath e Bernhard Zand

18/12/2009 - 03h13

O edifício mais alto do mundo será inaugurado em breve em Dubai, ainda que o emirado continue abalado pela crise financeira. Seria o Burj Dubai uma expressão de megalomania fracassada ou uma prova da visão fabulosa do líder de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum?

A paisagem é clara, o ar é suave e sedoso, e apenas uma espessa faixa de vermelho separa o céu e o mar ao cair da noite. O limite entre o grandioso e o kitsch torna-se difuso aqui, a meio caminho do topo do Burj Dubai, o edifício mais alto do mundo.
  • AFP

    Colosso ou megalomania? Com os seus 160 andares, o prédio tem 818 metros de altura. Os turistas precisam ajoelhar-se na calçada para fotografarem o prédio inteiro, da base até o topo

Ele tem cheiro de pintura, verniz e couro novo, e os passos das visitantes do sexo feminino sobre os tacos e o mármore produz um eco de tonalidade elegante que subitamente desaparece quando elas pisam nos carpetes macios. Uma ilha artificial com o formato de uma palmeira é visível no sudoeste, e ao norte vê-se um arquipélago também artificial que parece um mapa-múndi.

Mas somente a mobília, os carpetes, os cheiros e os sons são reais. O resto é uma ilusão. O visitante não está observando o Golfo Pérsico de uma altura de 400 metros. Na verdade, ele ou ela está no nível do solo - em um apartamento moderno que traz um mural enorme estendido ao lado de fora das suas janelas que vão do teto ao assoalho -, na base de um prédio hermeticamente fechado.

Este modelo de apartamento está localizado no recém-fechado escritório de vendas da Emaar Properties, a verdadeira companhia de construção civil responsável pelo Burj Dubai. Ela própria não respeitou os seus próprios limites - envolvendo-se com projetos na Índia e no Marrocos - e agora está vendendo parte das suas propriedades pela metade do preço. Após despencarem 32% nas últimas semanas, as ações da Emaar ganharam 15 pontos percentuais novamente na última quinta-feira. A Emaar, assim como a cidade inteira, encontra-se à beira da ruína, e no entanto ela comporta-se como se nada tivesse acontecido.

Dubai, mais do que qualquer outra lugar do mundo, epitoma globalização, "inovação" e "progresso impressionante", conforme disse com admiração o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no seu discurso dirigido ao mundo muçulmano, no Cairo, em junho deste ano. Mas o local representa também um exagero incrível. Em Dubai, as utopias parecem às vezes quase reais, e em certas ocasiões a realidade não passa de uma miragem.

O fato é que o edifício é real. Com os seus 160 andares habitáveis, ele tem 818 metros de altura. Os turistas precisam ajoelhar-se na calçada para fotografarem o prédio inteiro, da base até o topo.

O Burj Dubai é tão alto que os beduínos conseguem vê-lo dos seus oásis a cem quilômetros de distância, e marinheiros podem avistá-lo a bordo dos seus super-petroleiros no Golfo Pérsico a 50 milhas náuticas de Dubai - pelo menos nos poucos dias de inverno quando o ar está claro como se vê no mural do modelo de apartamento.

A torre é tão alta que a temperatura no seu topo é oito graus centígrados inferior àquela registrada na sua base. Se alguém abrisse uma porta no topo e uma outra na base, bem como as comportas de circulação de ar instaladas entre elas, uma verdadeira tempestade de vento passaria pelo sistema de ar condicionado do prédio, destruindo tudo em seu caminho, com a exceção talvez das pesadas lajes de mármore nos apartamentos de luxo. Esse fenômeno é chamado "efeito chaminé".

Um exército de trabalhadores imigrantes
Um exército de trabalhadores imigrantes oriundos da Índia, do Paquistão e de Bangladesh, que representam dois terços dos moradores de Dubai, construiu o Burj. Apenas um em cada cinco moradores é considerado "morador local" e tem direito a um passaporte dos Emirados Árabes Unidos. Vários estrategistas de marketing tomam medidas para garantir que ninguém retirará o verniz prateado desta maravilha arquitetônica.

Guardas de segurança fazem com que quem se aproxima demais do local da construção lembre-se rapidamente do significado da expressão "não autorizado". Aqueles que são convidados para uma visita ao prédio, ou apenas ao local da construção, têm que assinar um compromisso de sigilo, cujas cláusulas terão que ser obedecidas de forma "final, irrevogável e incondicional". Quem violar tais cláusulas ver-se-á diante de um tribunal em Dubai.

Tudo isso terá validade por apenas um pouco mais do que duas semanas, até 4 de janeiro de 2010, a data oficial da inauguração - que já foi adiada várias vezes -, quando os construtores esperam que a torre comece a cumprir a sua função como polo de atração para uma nova zona de construção imobiliária de dois quilômetros quadrados, na qual apenas cinco anos atrás o vento soprava sacola plásticas vazias pela areia do deserto. E quando o Burj Dubai for inaugurado, ele será provavelmente um dos últimos grandes projetos durante algum tempo em uma cidade que foi alçada a alturas estonteantes e que agora depara-se com a perspectiva de uma queda vertiginosa.

Em um único dia, na terça-feira da semana passada, os preços na bolsa de valores de Dubai caíram em média 6%. As ações muçulmanas emitidas pela construtura Nakheel sofreram uma queda de 52%, com uma desvalorização de um dólar por ação. A agência de classificação Moody's rebaixou seis outras firmas ligadas ao governo ao status de "junk". Pouca gente acredita que a Dubai World, a maior dessas companhias, será capaz de refinanciar a sua dívida de US$ 26 bilhões (R$ 45,6 bilhões) em um prazo de seis meses, conforme originalmente previsto. O banco norte-americano Morgan Stanley prevê um outro aumento drástico das necessidades de reestruturação da dívida das firmas ligadas ao governo de Dubai, para o dobro do nível atual, ou cerca de US$ 47 bilhões (R$ 84,2 bilhões).

"Em um período de um ano, Dubai deixou de ser o mercado imobiliário de melhor desempenho e tornou-se o pior do mundo", anunciou o "International Herald Tribune". Teria o emirado do Golfo Pérsico, que já foi elogiado pelo seu futuro aparentemente deslumbrante, abocanhado uma porção maior do que era capaz de engolir? E a imagem de uma Península Arábica voltada para o futuro, com aspirações de tornar-se um futuro centro da globalização entre o Oriente e o Ocidente, nada menos do que um modelo para o futuro, teria fracassado?

Ironicamente, foi o "Wall Street Journal", o porta-estandarte da modalidade de capitalismo conservador do Ocidente, que alertou para a arrogância norte-americana e europeia e para a tendência de dos ricos de desprezar os países emergentes da região do Golfo Pérsico e do Terceiro Mundo em geral. "Os velhos centros... veem locais como Dubai, Xangai e Rio de Janeiro com suspeita e com a convicção errônea de que estes modelos foram construídos sobre fundações de areia, estando prestes a desmoronar. Mas na verdade foram as fundações dos países ricos que mostraram-se frágeis", afirmou o jornal. "A julgar pela reação equivocada aos problemas de Dubai, o ano passado não modificou esses comportamentos. Isso deveria nos deixar preocupados, muito preocupados, mas não com Dubai".

É muito cedo para decretar a falência de Dubai. Esta, pelo menos, é a impressão que os xeques procurarão passar quando inaugurarem o Burj Dubai no início de janeiro.

Um edifício supremamente elegante
Mesmo assim, não dá para negar que a torre seja um edifício notável e supremamente elegante, e tampouco que ele seja simplesmente gracioso quando comparado aos cubóides simplistas da era do funcionalismo ou às torres modernas e ostentosas de lugares como Kuala Lumpur e Taipei.

Segundo Adrian Smith, o arquiteto norte-americano responsável pela torre, o projeto básico, uma estrutura central rodeada por três lóbulos, tem como modelo a estrutura das flores do gênero Hymenocallis, um formato que ao mesmo tempo cria mais estrutura visível e reduz a pressão do vento sobre prédios tão altos. À medida que sobe, cada lóbulo inclina-se ligeiramente para trás a cada oito andares, em um efeito que faz lembrar um minarete espiral islâmico e que fornece à torre 26 terraços. Haverá uma piscina ao ar livre em um dos terraços, no 78º andar, e o 124º andar (a 442 metros acima do nível do mar) contará com a terceira mais elevada plataforma de observação do mundo.

Uwe Hinrichs, 68, um nativo da cidade de Bremen, no norte da Alemanha, já havia participado da construção de um outro marco de Dubai, o Hotel Burj-al-Arab, em formato de vela, quando chegou ao canteiro de obra da sua vida ao final de 2004. A fundação de concreto já havia sido construída, sobre 850 estacas, espetadas a uma profundidade de até 55 metros no solo do deserto para aguentarem uma carga de 230 mil metros cúbicos de concreto e de 31 mil toneladas de aço.

"Sob um ponto de vista de construção, o Burj Dubai é uma estrutura relativamente simples", afirma Hinrichs. Um dos maiores desafios, segundo Hinrichs, foi a logística do projeto, um trabalho ininterrupto que durou cinco anos. Cinco anos durantes os quais pessoas, máquinas e materiais tiveram que estar sempre no local exato na hora exata, 24 horas por dia. Hinrichs foi o encarregado da obra inteira. A sua calma típica dos habitantes do norte da Alemanha revelou-se uma vantagem para o seu cargo de coordenador-chefe, assim também como o fato de as pessoas a quem ele estava subordinado não se oporem ao fato de ele ocasionalmente deixar Dubai para assistir a um concerto em Viena ou a uma exposição de Rembrandt em Muscat, em Omã, um país vizinho.

Nacionalidades diversas
Em 2004, uma equipe de cerca de 2.000 pessoas começou a construir um andar de cada vez, completando em média um por semana. Quando a construção do interior do edifício entrou na fase final, no outono de 2009, havia 14 mil pessoas trabalhando no projeto, indivíduos de 45 nações, falando 35 línguas diferentes - engenheiros usando capacetes brancos, seguranças de capacetes vermelhos e trabalhadores de capacetes azuis. Mas, mesmo assim, não houve nenhuma confusão linguística babilônica no local. Os trabalhadores completaram uma jornada total de 95 milhões de horas trabalhadas, a maioria deles com péssimos salários. Um carpinteiro experiente ganhava não mais do que 12 euros (R$ 21,50) por dia, e os trabalhadores comuns ainda menos.

Componentes da fachada do prédio foram trazidos da China, painéis de mármore da Itália e peças de acabamento de madeira do Brasil. Companhias alemãs também participaram da construção do Burj Dubai: a Lopark, do Estado da Renânia do Norte-Vestfália, no oeste da Alemanha, forneceu tacos para assoalhos, em quantidades suficientes para cobrir campos de futebol. A filial alemã da empresa norte-americana Guardian, com sede no Estado da Saxônia-Anhalt, no norte da Alemanha, forneceu dobradiças e acessórios. A Duravit forneceu cerca de 4.000 privadas e bidês. E a Miele contribuiu com 7.650 aparelhos domésticos - a maior encomenda individual da história da companhia. O designer Giorgio Armani comprou 15,2 mil pratos e copos da fábrica de porcelana bávara Rosenthal para o seu hotel, situado nos primeiros oito andares do prédio.
  • Getty Images

    Torre de Babel Quando a construção do interior do edifício entrou na fase final, no outono de 2009, havia 14 mil pessoas trabalhando no projeto, indivíduos de 45 nações, falando 35 línguas diferentes - engenheiros usando capacetes brancos, seguranças de capacetes vermelhos
    e trabalhadores braçais de capacetes azuis

E companhias alemãs também tiveram papeis importantes na fabricação e no processamento do material básico do Burj Dubai: concreto. Como o concreto seca com rapidez excessiva a temperaturas diurnas de mais de 40ºC, o material era despejado no edifício à noite. A Basf, a gigante alemã do setor químico, desenvolveu um produto químico especial para tornar o concreto mais maleável na fase inicial e rígido, na fase posterior. A Putzmeister, uma fabricante de bombas de concreto de Stuttgart, forneceu bombas especiais de alto desempenho para bombear a massa de construção até o 160º andar.

De forma discreta e sem sobressaltos, para satisfação total de Hinrichs, a torre foi crescendo, andar por andar - até o dia 6 de junho de 2007, quando o serviço meteorológico do aeroporto enviou a ele, via e-mail, uma imagem de satélite mostrando um ciclone que havia se formado sobre o Oceano Índico, a maior tempestade já registrada na região, que rumava diretamente para o Estreito de Hormuz. "Aquele foi o único dia em cinco anos em que tivemos que interromper os trabalhos no canteiro de obras", conta Hinrichs.

A torre de Dubai já havia superado todos os superlativos da história da construção civil. Ela superou a Torre Taipei 101, de 509 metros de altura, como o maior prédio habitável do mundo, bem como a CN Tower, de Toronto, como a mais alta estrutura livre. Dubai alcançou aquilo que tornou-se a mais ambiciosa das suas metas. A cidade, que uma geração antes era apenas uma vila de pescadores de pérolas, trouxe um recorde mundial para o Oriente Médio. Durante quase quatro milênios, a grande Pirâmide de Giza (138,8 metros) foi a maior estrutura do mundo construída pelo ser humano, antes de ser superada pela Lincoln Cathedral, na Inglaterra (à época, com 160 metros), em 1311.

Tremores
O que poderia agora abalar esse milagre econômico do Golfo Pérsico? Um ataque terrorista? Uma nova guerra do golfo, desta vez contra o Irã? Um outro terremoto, ainda mais forte do que o que atingiu a região em 10 de setembro de 2008?

No dia do ciclone de 10 de setembro de 2009, um operador de guindaste que trabalhava 700 metros acima do solo chamou Hinrichs para informar que o lugar onde ele se encontrava estava "tremendo". Tremores abalaram a cidade portuária iraniana de Bandar Abbas, mas em Dubai, pouca gente (além do operador de guindaste) notou qualquer coisa.

Cinco dias depois, Dubai foi atingida por um outro tipo de tremor, cujo epicentro estava em Nova York, uma outra cidade de arranha-céus. Em 15 de setembro de 2008, o Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos do mundo, entrou com um pedido de concordata.

Tanto Dubai quanto o Ocidente vinham construindo uma torre nos anos de prosperidade do mercado imobiliário. Uma torre de dívida, que agora começava a desmoronar. Mas, apesar das vastas quantias de dinheiro envolvidas na crise no Ocidente, aquilo foi em grande parte, e ainda continua sendo, um fenômeno estranhamente abstrato. Mas não foi isso o que ocorreu em Dubai, que, mais do que qualquer outro lugar do mundo, reflete o desastre financeiro.

"A megalomania clássica parece ter migrado das mentes das pessoas para o sistema em si. Atualmente o sistema é mais louco do que as pessoas", diz o filósofo alemão Peter Sloterdijk. "É por isso que, como seres humanos, nós estamos terrivelmente desapontados com o curso seguido pela crise. Não havia nem um só indivíduo pitoresco (na Europa) para tornar a crise mais interessante. Em nenhuma outra ocasião eu vi uma conspiração tão enorme por parte de indivíduos pequeno-burgueses".

Sloterdijk pode estar certo no que se refere a banqueiros, analistas e ministros das Finanças do Ocidente. Mas ele aparentemente nunca ouviu falar do xeque Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, 60, criador de cavalos e poeta, amante de carros velozes e potentes, falcoeiro entusiasmado e agente de investimentos de bilhões de dólares. Maktoum é o governante de Dubai e o primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos. "Muitos líderes fazem promessas", disse ele em fevereiro de 2008, quando a Universidade Livre de Berlim lhe concedeu a sua medalha de honra. "Mas nós cumprimos o que prometemos".

Maktoum mandou construir ilhas artificiais nas águas em torno da cidade, batizadas com nomes como "A Palmeira", "O Mundo" e "O Universo". Não só a Universidade Livre de Berlim, mas também o Ocidente inteiro ficou fascinado pela energia e o otimismo do xeque. Assim como os animais puro-sangues no seu haras de cavalos de corrida, ele inseriu os seus assessores mais capazes na órbita da globalização, e no decorrer desse percurso eles construíram novas torres, compraram portos e passaram a operar aeronaves em todo o mundo.

"Crise? Que crise?"
Foram criadas diversas companhias imobiliárias - Dubai Holding, Dubai Properties, Tatweer, Meraas, Sama -, e logo ficou difícil saber quem estava construindo o que, e com o dinheiro de quem. Aparentemente nem mesmo o próprio xeque sempre sabia.

Há cerca de um ano os investidores ainda aglomeravam-se na convenção imobiliária "CityScape Dubai". O ex-piloto de fórmula um Michael Schumacher estava lá, elogiando um arranha-céu dotado de cais coberto para iates. A Nakheel, que atualmente está em uma situação financeira bastante difícil, falava seriamente na possibilidade de construir uma torre de mil metros de altura. E, na ilha Jumeirah, em formato de palmeira, Dubai queimou US$ 20 milhões em fogos de artifício para comemorar a inauguração do seu Hotel Atlantis, uma estrutura que parece saída de um conto de fadas. "Crise? Que crise?", parecia perguntar a cidade.

Mas um ano e algumas semanas depois, um dos assessores do xeque Mohammed apresentou a conta: Dubai acumulou uma dívida de US$ 80 bilhões (R$ 142,3 bilhões), dos quais US$ 50 bilhões (R$ 90 bilhões), ou cerca de dois terços do produto interno bruto, deveriam vencer até 2013.

O xeque sumiu de cena subitamente e ficou desaparecido durantes alguns dias. Surgiram boatos de que ele estaria doente e que padecia de "melancolia". Mas depois ele reapareceu e começou a minimizar a situação, alegando que a crise não tinha afetado Dubai, que Dubai havia na verdade superado a crise, e que Dubai e o seu vizinho rico, Abu Dhabi, encontravam-se tão próximos e inseparáveis como irmãos.

Mas os "irmãos" do reino vizinho, com os quais os cidadãos de Dubai compõem a parte mais significativa dos Emirados Árabes Unidos, não queriam mais nenhuma participação nos excessos de Dubai. Abu Dhabi conta com 7% das reservas mundiais de petróleo, e o seu emir de 64 anos de idade, xeque Khalifa bin Zayed Al-Nahyan, é o presidente dos Emirados Árabes Unidos, enquanto que o xeque Mohammed, de Dubai, é apenas o primeiro-ministro. E atualmente Abu Dhabi vê as atividades prestigiadas do seu parente no emirado vizinho com crescente desconfiança, e provavelmente com uma certa inveja.

No início do ano, Abu Dhabi resgatou Dubai do pior dos seus problemas, com uma injeção monetária de US$ 20 bilhões (R$ 36 bilhões). O emirado interveio novamente nesta semana, fornecendo a Dubai US$ 10 bilhões (R$ 18 bilhões) adicionais em auxílio financeiro. O emirado pode contar com ativos abundantes no seu fundo soberano de US$ 500 bilhões (R$ 896 bilhões), mas por quanto tempo mais ele estará disposto a socorrer o seu vizinho? Os xeques de Abu Dhabi parecem preferir gastar o seu dinheiro em projetos mais sensatos e sustentáveis, como por exemplo uma cidade ecológica isenta de emissões de poluentes chamada Masdar, onde o emirado pretende realizar uma pesquisa sobre projetos para a era pós-petróleo.

Nas últimas quatro semanas, o xeque revelou - nem sempre voluntariamente - como a crise é séria e o quão intensamente ela o afetou. No início, o normalmente contido xeque perdeu a compostura e disse à mídia ocidental crítica que "calasse a boca", e a seguir demitiu três dos seus assessores mais próximos do conselho financeiro central do emirado. Pouco tempo depois, ele apelou para a poesia ao descrever a crise como sendo "a árvore frutífera que transformou-se no alvo de apedrejadores".

Um símbolo de tentação terrena
Na verdade, o xeque Mohammed, o príncipe-poeta, tem bons motivos para aguardar ansiosamente pelo dia em que o Burj abrirá as suas portas. Com o mero corte de uma fita vermelha, ele dará início a uma história épica, a uma saga humana que transcende em muito os problemas financeiros de um emirado endividado do Golfo Pérsico. Em uma ocasião anterior, o Mundo Oriental teria abrigado uma outra torre pioneira, na Babilônia, a legendária cidade mesopotâmia situada entre os rios Tigre e Eufrates.

Arqueólogos confirmaram que a Torre de Babel de fato existiu, no século 3 A.C. Eles estimam que o arranha-céu da antiguidade tinha 90 metros de altura, sendo uma maravilha da época, e que foi construído sobre uma plataforma de 90 metros quadrados. Se isso for verdade, a torre teria sido nove vezes menor do que a mais recente maravilha do mundo moderno. Segundo a Bíblia, a Torre de Babel era muito mais do que um simples edifício. Ela era na verdade um símbolo da tentação terrena. "Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo topo chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra".

Estas palavras, que soam estranhamente como um lema dos atuais governantes de Dubai, está de fato no Livro de Gênesis, no Velho Testamento. Mesmo hoje em dia, muitos religiosos acreditam que tal desejo de assemelhar-se a Deus é uma presunção que conduzirá inevitavelmente à punição.
  • Reuters

    O líder de Dubai Primeiro-ministro dos Emirados Árabes, Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, 60 anos, é criador de cavalos e poeta, amante de carros velozes e potentes, falcoeiro entusiasmado
    e agente de investimentos de bilhões de dólares

Megalomania ou grande realização?
Entretanto, a construção exagerada de cidades e edifícios parece ser uma constante em todas as culturas, um sonho e um pesadelo para a humanidade, dos babilônios aos heróis e vilões do presente. O governante de Dubai não foi o único a realizar os seus planos na forma de concreto reforçado e fachadas fulgurantes.

O presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, criou Astana, uma cidade inteira de avenidas monumentais, arcos triunfais e pirâmides construídas na sua nova capital, onde o mármore contrasta com o granito, os edifícios são encimados por gigantescas cúpulas de vidro e, na Torre Bayterek, todo cidadão pode colocar a mão sobre uma impressão dourada da mão do presidente.

Na selva birmanesa, generais ditatoriais construíram uma nova capital absurda, Naypyidaw, ou "Assento dos Reis", a partir do nada. Yamoussoukro, a capital da Costa do Marfim e um memorial do falecido primeiro presidente do país, Félix Houphouët-Boigny, está ainda mais próxima do limite do absurdo. A cidade é repleta de prédios grandiosos, mas nela não se vê quase nenhuma pessoa. A Basílica de Notre Dame de la Paix é um delírio inspirado na Basílica de São Pedro, no Vaticano, mas a igreja africana é ainda maior do que São Pedro. De fato, ela é a maior igreja católica do mundo.

É fácil ridicularizar os megalomaníacos e os seus excessos, bem como criticar a mania desses indivíduos de quebrar recordes que está refletida nos seus prédios ostentosos, símbolos fálicos do poder crescente dos potentados nouveau-riche.

No entanto, Brasília e Camberra, as versões sul-americana e australiana da cidade modelo feita pelo homem, não são sucessos notáveis? A história não provou que pelo menos alguns visionários tinham razão? Não foram essas pessoas cujas obras nos deixam maravilhados nos dias de hoje? os criadores de Giza, no Nilo, de Machu Picchu, nos Andes, de Angkor, no Camboja, e os planejadores de São Petersburgo?

Atualmente, as pirâmides dos faraós, a fortaleza nas montanhas dos incas e as ruínas sagradas de Khmer são admiradas como parte do patrimônio cultural do mundo, por serem locais que demonstram a grandeza do ser humano. Elas são realizações enormes e magníficas de eras passadas. Atualmente, o centro de São Petersburgo - desenhado em uma prancheta, como a Dubai de hoje, mais de 300 anos atrás - ainda é considerado uma cidade ideal e um exemplo de planejamento urbano de sucesso.

Se os emirados construíram sobre a areia, as margens do Rio Neva eram no passado pântanos. A pedido do tsar, São Petersburgo não foi criada apenas para ser a janela da Rússia para o Ocidente, mas também um reflexo daquilo que os modernistas da época definiam como utópico. "Agora, cidade de Pedro, levanta-te rapidamente, abertamente, como a Rússia; ostenta o teu esplendor! Os próprios elementos render-se-ão e, finalmente, farão a pazes contigo", escreveu no seu poema "O Cavaleiro de Bronze" Alexander Pushkin, o congênere poético de Pedro, o Grande. O texto dele é um exagero puro, na forma de versos magníficos.

Aquilo que ocorre atualmente em Dubai - ou em Xangai ou Astana - geralmente é presenciado sob formas autoritárias de governo. Nas democracias, as pessoas não podem ser destituídas e expulsas das suas propriedades. Elas de fato contratam advogados para garantir os seus direitos. Nas democracia, leis e códigos mais ou menos razoáveis, bem como avaliadores licenciados, garantem que o crescimento descontrolado e as injustiças sejam contidos. Mas esse fator limitador também se aplica à criatividade, à espontaneidade e à megalomania "criativa", resultando em um nivelamento geral das coisas.

A virtude de ousar
"Esta sociedade é medíocre", escreveu certa vez o poeta e crítico contemporâneo de língua ferina Hans Magnus, referindo-se à realidade alemã. "Os seus líderes políticos e as suas obras de arte são medíocres, assim como os seus representantes e os seus gostos, prazeres, opiniões, arquitetura, mídia, medos, vícios e aflições". E, depois disso, no seu ensaio "Mediocridade e Desilusão", Enzensberger redigiu: "Há algo de catártico quanto a esta descoberta".

Em algum lugar entre os subúrbios ocidentais e Yamoussoukro fica Dubai. Ninguém sabe se a sua torre Burj um dia tornar-se-á parte do patrimônio cultural mundial, e tampouco sabe-se por quanto tempo o edifício continuará sendo a estrutura mais alta do mundo. A China, a Arábia Saudita e o Kuait já estão planejando a construção de torres que serão bem mais altas do que o Burj Dubai, chegando a mais mil metros de altura.

No Livro de Isaías, a Bíblia descreve a queda de Babel da seguinte forma: "Porque virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação". Caso se acredite nas palavras do Velho Testamento, os megalomaníacos construtores das torres de hoje não poderão esperar ajuda externa: "Assim serão para contigo aqueles com quem trabalhaste, os teus negociantes desde a tua mocidade; cada qual irá vagueando pelo seu caminho; ninguém te salvará".

O Burj Dubai não custou barato, e talvez o emirado não tivesse sequer condições de construí-lo. Mas pelo menos os xeques de Dubai ensinaram uma virtude aos seus contemporâneos: a virtude de ousar.

Tradução: UOL

New - Revista Cool Magazine - Dez/2008

New - Revista Cool Magazine - Dez/2008

"Uma peça, três possibilidades. Essa é a proposta do chuveiro Rainfall, da linha Raindance. Especialmente criado pelo Studio Hansgrohe para proporcionar momentos de conforto e boas sensações que só a tecnologia pode trazer, a peça é distribuida no Brasil com exclusividade pela Metalbagno Spazi. O chuveiro de 24cm com sistema Raindance Air de injeção de ar dentro das gotas de água proporciona um banho muito mais agradável e suave. Quatro jatos massageadores se inclinam para chegar principalmente ao pescoço e costas, proporcionando uma forte sensação de impacto e relaxamento. Além disso, possui uma ducha cascata com 23cm de comprimento que provoca uma sensação somente igualável à de uma cachoeira." por Bruna Manzano

Banho 6 estrelas - Cicolare - Nov/2008

Banho 6 estrelas - Cicolare - Nov/2008

"Para muitas pessoas a hora do banho é quase que um momento de meditação, aquela hora de relaxar e esquecer de tudo. Sendo assim, que tal fazer este momento mais moderno e glamouroso?

A Metalbagno Spazi importará 12 unidades da Starck Shower Collection, desenhados pelo top designer Philippe Starck. Dignos de realeza porém ultra modernos, eles vão fazer você se sentir em um hotel 6 estrelas.

Os produtos só chegam em 2009, mas se você quiser garantir um, a loja afirma, é melhor reservar ainda este ano!"

Banho com estilo - Mais uma vez, o ato de tomar uma ducha ganha verniz luxuoso sob o olhar de Philippe Starck - Wish Report Online - Nov/2008

Banho com estilo - Mais uma vez, o ato de tomar uma ducha ganha verniz luxuoso sob o olhar de Philippe Starck - Wish Report Online - Nov/2008

"A sala de banho de um top designer como Philipppe Starck não pode ser como outra qualquer. O motivo justifica, portanto, sua mais recente criação, a “Starck Shower Collection”, uma série limitadíssima para o ambiente, que chega ao Brasil ano que vem.

Usando traços delicados, Starck conseguiu misturar luxo e funcionalidade, permitindo a criação de uma atmosfera sofisticada para o banheiro.

O modelo Shower Heaven Large (97×97cm), por exemplo, é feito em aço inox polido, tem 4 lâmpadas halôgenas e 3 tipos de banho que podem ser acionados independentemente. Por ter sido fabricada em escala reduzida – apenas 12 serão importadas –, o preço de cada peça é igualmente exclusivo: R$ 43 mil para mais, dependendo dos acessórios escolhidos.

A linha é produzida pela fabricante alemã Hansgrohe e também conta com modelos menores, a partir de R$ 33 mil." por Kátia Simone

O banho de Starck - Gazeta Mercantil - Nov/2008

O banho de Starck - Gazeta Mercantil - Nov/2008

"A Metalbagno Spazi está trazendo ao Brasil uma linha chuveiros desenha pelo arquiteto e designer francês Philippe Starck, a Starck Shower Collection. Como este modelo, que pode ser instalado no meio de um quarto ou closet, por exemplo. Já é possível reservar as primeiras unidades, que chegarão a São Paulo em março. E serão importadas apenas 12 unidades do modelo top, o Shower Heaven Starck Collection 97 x 97cm. Os primeiros clientes a fazer reservas terão preços especiais."

Banheiro chic - Celia Pardi - Nov/2008

Banheiro chic - Celia Pardi - Nov/2008

"Faz tempo reformei meu apartamento sem morar nele, o que já é um adianto. Mesmo assim, trabalhando 14 horas por dia, eu era bem mais estressada. O que eu amolei os operários, ninguém imagina. Ficava maluca (e eles também!). Quando lembro, nem acredito. Mas eu a-do-rei fazer reforma! Se pudesse faria tudo de novo! Quando vi a foto desse chuveiro, achei o maior barato. Não faço idéia como é o banho, mas que o design é lindo, é. Os outros também. Tudo da Metalbagno Spazi. Mais informações pelo telefone (11) 3081-7006." por Celia Pardi